quarta-feira, 6 de maio de 2009

Viagem a caminho do Algarve

Há 2 anos atrás fui passar uma semana de férias ao Algarve, mais propriamente a Quarteira. Aquilo pouco tem que ver e mesmo as praias não são grande coisa. No Norte há praias mais bonitas... Como fui em Agosto aquilo estava cheio e se chegássemos à praia um pouco mais tarde já nem havia lugar para estender a toalha. Acho que não volto lá. Pelo menos para fazer praia. A água nem sequer é tão quente como dizem. Claro, que depois de nos habituarmos às Caraíbas não queremos outra coisa.... Haja dinheiro e saúde para o ganhar.
De qualquer maneira quero deixar-vos um conselho. Para irem até ao Algarve, e se forem com tempo, não vão pela auto-estrada nem pelo IC1. Se são do norte, e não se dirigem para Sagres, aproveitem ir pela Nacional 2 - Abrantes, Ponte de Sôr, Barragem de Montargil, Mora, Montemo-o-Novo, Casa Branca, Alcáçovas, Torrão, Ferreira do Alentejo, Castro Verde, Almodôvar, Ameixial, Alportel e finalmente, Faro. Vão ver que vale a pena passar pela serra e pelo interior Alentejano. Levem merenda e almocem à sombra de um "chaparro". Demora mais um pouco, mas lembrem-se, estão de férias.
Já no Algave, para se deslocarem, é melhor a via do Infante.
Fizemos um cruzeiro que partia da marina de Vilamoura - Sunsetcruise. A maioria dos turistas era Inglês. Passámos ao largo de várias praias. Todas as que ficam para Poente de Vila Moura até Albufeira. Durante a viagem havia um fulano que ia dizendo a praia pela qual estavamos a passar. Mas eu nunca percebi, porque ele nem falava Português nem Inglês, era um dialecto que ninguém compreendia...
Custo total - Eramos 2 casais e ficámos num apartamento da Algarvetour, mesmo no centro de Quarteira, perto do mercado municipal. Ficou em cerca de 200€ cada casal. O cruzeiro ficou por cerca de 15€ a cabeça, sem direito a nada a bordo.



GIF voo 468x60

terça-feira, 5 de maio de 2009

Gerês - Portugal (2009)








Passar dois dias no Gerês.
Rumámos ao Gerês por um caminho menos habitual.

Umas dicas para quem é do interior.
Seguimos pela A24 saída para Montalegre e lá fomos até Pitões das Júnias. Óptimas Paisagens, ninguém nas estradas, pois tinha chovido naquele dia, mas nada de especial, e a paisagem até fica mais bonita. Paragens para várias fotografias. O carro é que sofreu um bocado, chegou á aldeia de Pitões da Júnias bastante sujo, devido, por uma lado, à chuva, e por outro à "bosta" das vacas, que não se inibem de "cagar" tudo. E, já se sabe, bosta+chuva=lavagem certa do carro. Tudo faz parte da natureza, ou não fosse esse o mote da nossa viagem. Chegados À aldeia parámos num largo com uma vista fantástica, que dava ideia já ter sido da escola primária, logo aparece uma velhinha simpática para vender ovos. Não comprámos, porque não íamos para casa.

Saímos da aldeia para ir ver a ponte da misarela, mas fomos por uma zona bastan inóspita. Se até ai não víamos pessoas, agora nem vacas se viam. Só rochedo e belas paisagens.

A visita à Ponte da Misarela (a ponte Romana está um bocadinho escondida) não vale muito a pena. É de difícil acesso e não tem jmuito para ver.

Como já era noite dirigimo-nos para a Pousada da Juventude de Vilarinho da Furnas. O percurso ainda foi longo, cerca de 1h30min de carro. Esta pousada tem excelentes condições de acolhimento e fica também numa zona muito bonita. Ao lado da aldeia de Vilarinho das Furnas que foi criada quando a antiga foi submersa pela albufeira onde se situa uma barragem.

A aldeia antiga vale a pena ser visitada. Já não há lá muito para ver, mas num local ou outro, e quando a albufeira está mais vazia, ainda se notam as paredes, um moinho e alguns sucalcos. AH, e claro, vacas. Vacas e abelhas, porque é uma zona de apicultores.

Esta estadia não pode passar sem ir ao irmão Espanhol da nossa serra - o Xurês. Dêm uma saltada até à Portela do Homem (Fronteira de Portugal-Espanha) e desçam até à aldeia de Los Torneros. É aprimeira aldeia que se encontra do lado de lá, não tem nada que enganar. Aí existe uma fonte de água quente ao lado de um rio. É impressionantea temperatura da água. Vale a pena dar um mergulho, pois "nuestros hermanos" construíram uma piscina com aquela água. Quando lá fomos só havia Tugas e nenhum Espanhol.

Agora a surpresa. De Vilarinho da Furnas até à Portela do Homem não é muito longe, isto caso possuam um 4*4. Existe um caminho que até está assinalado nas placas locais e que indica Espanha. Acontece que aquilo é tudo em terra e alcatrão nem vê-lo. Assim, um percurso que teria aproximadamente 20 km, torna-se em mais do dobro, pois obriga-nos a dar uma volta pela serra, ou descer até à Caniçada e voltar a subir até Espanha.

Viagem a Samaná - República Dominicana







Samaná - República Dominicana (2008)
Côcos, côcos e mais côcos.

Partida do aeroporto de Lisboa por volta das 12h num avião da Sata (ilha terceira) rumo ao aeroporto internacional de Samaná. O aeroporto é recente e aquele destino também. Mas a província de Samaná tem das mais belas praias do mundo - Playa Rincon, Las Terrenas, Las Serenas... E outros atractivos como a Cascata EL Limon, onde há sempre uns Dominicanos "voadores". São uns tipos que se lançam para aí de uns 10m de altura para a água.

Ficámos no hotel Gran Bahia Principe CayaCoa em Samaná.
Tem duas praias que não são privadas e não são grandes. Mas, o que vale a pena são as praias que existem no resto da província.


À chegada fomos logo avisados para o estilo exótico de condução daqueles tipos. "Aqui não se guia aqui se esquiva" - dizia o guia da Soltour. Pois é, para os fulanos não há esquerda nem direita, rotundas ou contínuos. Mas eles lá andam. É normal ver ultrapassagens pela direita, motas a fazer a rotunda pela esquerda ou veículos a circular em contra-mão.

Como já devem saber, as viagens pelo operador são caras e portanto procurámos por um Dominicano que fizesse a coisa por um preço bastante inferior. E, encontrámos, logo na praia do Hotel. Ao fundo da praia existe uma ponte e aí debaixo costuma estar um Dominicano, de seu nome Ramon, que domina o negócio das visitas guiadas lá na zona. O serviço é excelente e podem crer que ficam melhor servidos do que com o operador. Come-se nos mesmo sítios, durante o caminho de camioneta de caixa aberta, mas coberta, tem-se bar aberto com o que quiserem beber (a famosa vitamina é muito apreciada, é uma espécie de Rum um bocado rançoso) visitam-se os mesmos locais, e ainda mais, o preço é cerca de 3 a 4 vezes inferior.
Só para terem uma ideia:
Duas pessoas fizemos 3 excursões com ele.
1ª - Las Terrenas e Playa El Rincon. Esta última é considerada a 4ª mais bela praia do mundo. E isto não é dito pelos locais, mas por revistas da especialidade. Trata-se de uma praia deserta de difícil acesso (mas de onde não apetece sair...). Os operados turísticos, tipo Soltour, levam os seus viajantes de barco, pois a estrada até lá é complicada, e só de todo-o-tereeno se lá consegue chegar. Velocidade, 20km/h. O almoço foi nessa praia. Comeu-se um peixe meio frito meio grelhado. Las terrenas é uma praia de uma vila que já tem hóteis e muitos estrangeiros. Não percebi de que nacionalidade, mas não havia lá portugueses. (Creio que ficou tudo em 30 ou 35 dolares por pessoa.)

2ª Cascata el Limon e Las Serenas - Passeio a cavalo incluído (cuidado com as pulgas dos bichos, levem repelente). Eramos guiados por uns miúdos que só recebem o que o turista lhe dá. Nós demos 5 dolares a cada um. Chegada À Cascata El Limon e pode-se mergulahr numa água, que nada tem que ver com o mar, é geladíssima. Durante o trajecto há a oprtunidade de ver algumas culturas locais como o café ou o ananás. Cocos é por toda a parte da ilha.
Segue-se o almoço Self-Service num coberto muito giro.
À tarde fomos visitar a prais Las Serenas. Nada de especial para quem no dia anterior viu algumas das mais belas praias do mundo. De qualquer forma a praia é belísima, mas já tem muitos turistas e Dominicanos. Há miúdos a vender muitas coisas, entre as quais ostras por tuta e meia. (5 dolares a dúzia ou algo do género).
Preço final da viagem(75dolares 2 pessoas.)

Parque Nacional Los Haytises e Ilha Bacardy ou Cayo Levantado.
O Parque é uma zona de grutas, onde filmaram o Pirata das Caraíbas e naulgumas das grutas existem pinturas rupestres com 2000 anos. Nada de especial para quem tem Foz Côa com 20000 anos. O transporte de e para o parque é feito num barco de dois motores muito potente, que me deu a sensação ser do operador, e que o Ramon nos arranjou maneira de meter lá.(Tudo amigos).
A entrada no parque é paga, mas nós lá negociámos com o Ramon e tudo ficou incluído no preço.
Segue-se para o Cayo Levantado que é uma ilha rodeada de água aul turquesa e alguns recifes onde se pode mergulhar. Tem uma fauna e flora impressionantes. TIve contacto com uma das maiores estrelas do mar que alguma vez vi.
O almoço já foi nesta ilha
A aventura foi quando tivemos de regressar. Os tipos do barco que nos levou quiseram vir muito cedo e nós queríamos ficar a aproveitar. Então qual foi a nossa decisão. Uma das portuguesas que conhecemos no Hotel estava grávida e não foi visitar o parque apenas foram ao Cayo Levantado numa espécie de Barco-táxi. Normalmente o barquito dá para 7 ou 8 pessoas, pois bem, no regresso eramos cerca do dobro. O senhor não nos queria trazer, mas o nosso guia, amigo do Ramon, que ficou sempre connosco, lá lhe deu a volta. E nada que uma gorja não faça milagres.
Escusado será dizer que cada ondita que aparecia cada molha que apanhávamos, pois a água estava a uns escassos 5 ou 10 cm do cimo do barco. Foi giro
(O preço desta creio que mais ou menos o mesmo das outras.)



Contas feitas o Ramon terá ganho cerca de 250 dólares por cada duas pessoas.


O resto do tempo foi passado no hotel, na piscina, no seu jacuzzi e nas praias do hotel.

Fizemos algumas incursões ao Pueblo para comprar Souvenirs. O Pueblo são umas instalações do hotel junto à marginal. Há uns transportes de e para o hotel a cada 15 ou 30 min.as vezes basta pedir para telefonar que os carritos lá aparecem.

Façam as reservas para os restaurantes temáticos logo no início. Nós baldámo-nos e já não tivemos lugar no de marisco. Apenas no italiano e Francês.



GIF voo 468x60

Viagem a Cabo Verde - Ilha do Sal (2006)

Cabo Verde

Viagem comprada na Abreu rumo ao aeroporto do Sal.

Cerca de 3,5h de viagem
Chegada por volta das 2 da manhã.

A porta do avião da TAP (Camões) abre-se. Uma humidade daquelas, um ar abafado e, de repente, parece que ficamos com a roupa colada ao corpo.
Passagem pelo controlo de estrangeiros, pagamento de 15€ de taxa de turista.
Recepção por parte da equipa da Abreu rumo ao hotel Novorizonte. Até lá cerca de meia de hora de caminho, por uma paisagem, que apesar da noite, dá para perceber que é agreste e desértica. O caminho faz-se por uma auto-estrada, pelo menos tem duas faixas em cada sentido. É a única estrada com asfalto na ilha, as restantes são em terra batida.
Chegada ao hotel, pensando eu descansar da vida quotidiana e a televisão do Hall estava sintonizada, para mal dos meus pecados, na TVI, essa televisão de "referência" nacional.
Lá fomos para o bungallow com vista para o mar, tal como havíamos pedido antecipadamente na Abreu.


Manhã seguinte:
Tomado o farto pequeno almoço, lá vamos nos todos contentes, para o mar azul claro e quente como "sopinha". - AH, isto sim, não é como a gélida água dos mares portugueses. Qual Algarve...
Nos dias seguinte conhecemos mais alguns portugueses, o que dá sempre jeito para realizar excursões a meias.
Depois, no 4º dia fizemos a única excursão da viagem. Conhecemos um Cabo Verdiano, muito simpático e porreiro chamado Nelson, que tinha uma 4*4 (na lateral estava escrito excursões "Buracona"- é um dos sítios típicos) e nos levou a dar uma volta pela ilha, a mesma que o operador faz, mas bem mais barata - 15€ a cabeça - É um tipo de confiança e anda lá sempre pelo hotel. Levou uma manhã inteira e ainda viemos a tempo de almoçar no hotel, poupando o almoço fora das instalações. Fomos à Buracona, ou olho azul, Baía dos tubarões, salinas, mais um local fenomenal para mergulhar de que não me recordo do nome, umas pequenas vilas de lá e vimos um local de desova das tartarugas. Depois regressámos ao hotel por volta das 14h, mesmo a tempo do almoço.

No dias 3 e 5 visitámos a Cidade de Santa Maria do Sal, a uns escassos 8 minutos a pé do Hotel, isto se não forem interpelados pelos Senegaleses que lá andam. Se forem acrescentem mais uns 10 minutos. Eles não faem mal a ninguém, apenas tentam vender qualquer coisa por qualquer preço - trançinhas para as senhoras, pinturas de areia, esculturas de madeira ou o jogo típico "oril". Todos vendem o mesmo.
Não há qualquer problema de segurança e os cabo verdianos são excelentes pessoas.
No Domingo fomos à missa pela manhã à igreja de Santa Maria do Sal.

Chegámos um pouco antes e deu para ver que um senhor esteve a montar a aparelhagem cerde de meia hora. Durante a missa há muitos cantares, tambores e batuques. O coro é de crianças e o padre era Brasileiro.
A praia não é privada, mas há lá poucos habitantes a irem para aquelas praias. Normalmente só as crianças lá vão.

Foi uma grande viagem, onde fizemos grandes amigos...

Que Sa"l"dade me deixa aquela viagem...











GIF generico 468x60